A embaixada da Venezuela em Brasília se tornava palco de uma disputa pelo controle da missão diplomática: representantes do líder oposicionista venezuelano Juan Guaidó, autoproclamado presidente do país, entraram de madrugada no edifício, que continuava nas mãos de funcionários leais a Nicolás Maduro. Um lembrete de que a defesa de um ou outro lado nos conflitos regionais ameaça a relação entre alguns membros dos BRICs, principalmente entre Bolsonaro, que apoia Guaidó e a mudança na Bolívia, e Rússia e China, que apoiam Maduro e Evo Morales. O Governo brasileiro se apressou em reconhecer a senadora opositora Jeanine Áñez comolegítima presidenta interina da Bolívia na terça-feira, no lugar do exilado Morales.
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