quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Supremo começa a definir hoje rito do processo de impeachment

O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar hoje (15) a validade da Lei 1.079/50, que regulamentou as normas de processo e julgamento do impeachment, e alguns artigos do Regimento Interno da Câmara dos Deputados. As normas foram utilizadas pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para dar andamento às etapas inciais do processo, que foi suspenso pelo ministro Edson Fachin, relator da ação que trata do assunto, a pedido do PCdoB, até decisão do plenário.
A sessão está prevista para começar às 14h, pela leitura do relatório da ação. Em seguida, será aberto prazo de 15 minutos para que cada uma das partes do processo, incluindo a Câmara, o Senado, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a presidenta Dilma Rousseff, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), possa se manifestar. O PT, PSDB, DEM, PSOL, a Rede, o PP e a União Nacional dos Estudantes (UNE) terão que dividir uma hora para sustentação oral.
Após as manifestações, Fachin e os demais ministros começam a votar. O voto do ministro tem cerca de 100 páginas. A previsão é que o julgamento não termine hoje e seja retomado amanhã (17).
As principais regras que serão discutidas pelos ministros são a defesa prévia da presidenta Dilma Rousseff antes da decisão de Eduardo Cunha que deflagrou o procedimento de impeachment, a votação secreta para a eleição da comissão especial do impeachment pelo plenário da Casa, a eleição da chapa avulsa para composição da comissão e a prerrogativa do Senado de arquivar o processo de impeachment mesmo se a Câmara decidir, por dois terços dos deputados (342 votos), aceitar o julgamento do crime de responsabilidade.

Parlamentares da Grécia devem votar novas reformas econômicas hoj

Os parlamentares da Grécia deverão votar mais tarde sobre uma série de reformas econômicas que o governo precisa implementar para receber uma fatia de 1 bilhão de euros (US$ 1,1 bilhão) do resgate internacional oferecido ao país.
O partido governista, o Syriza, junto com seu parceiro de coalizão, o Gregos Independentes, controlam 153 assentos dos 300 do Parlamento e deverão transformar as reformas em legislação. Com isso, espera-se que os ministros de Finanças da zona do euro abram caminho amanhã para o desembolso da parcela de ajuda, que sairá do terceiro pacote de resgate do país, de 86 bilhões de euros.
As medidas a serem votadas hoje incluem reforma do setor bancário, desenho de um fundo de privatização e privatização parcial da operadora de energia ADMIE.
Pelo acordo fechado em agosto entre a Grécia e seus credores internacionais - União Europeia, Banco Central Europeu (BCE) e Fundo Monetário Internacional (FMI) - o país tem de criar um novo fundo de privatização e usar seus ativos para gerar receita nos próximos anos para pagar dívidas. Fonte: Dow Jones Newswires.

Parlamentares da Grécia devem votar novas reformas econômicas hoj

Os parlamentares da Grécia deverão votar mais tarde sobre uma série de reformas econômicas que o governo precisa implementar para receber uma fatia de 1 bilhão de euros (US$ 1,1 bilhão) do resgate internacional oferecido ao país.
O partido governista, o Syriza, junto com seu parceiro de coalizão, o Gregos Independentes, controlam 153 assentos dos 300 do Parlamento e deverão transformar as reformas em legislação. Com isso, espera-se que os ministros de Finanças da zona do euro abram caminho amanhã para o desembolso da parcela de ajuda, que sairá do terceiro pacote de resgate do país, de 86 bilhões de euros.
As medidas a serem votadas hoje incluem reforma do setor bancário, desenho de um fundo de privatização e privatização parcial da operadora de energia ADMIE.
Pelo acordo fechado em agosto entre a Grécia e seus credores internacionais - União Europeia, Banco Central Europeu (BCE) e Fundo Monetário Internacional (FMI) - o país tem de criar um novo fundo de privatização e usar seus ativos para gerar receita nos próximos anos para pagar dívidas. Fonte: Dow Jones Newswires.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Navio de guerra russo evita colisão com barco turco no Egeu

DA AFP

A Rússia afirmou neste domingo que um de seus barcos de patrulha conseguiu evitar uma colisão com um barco pesqueiro russo no Mar Egeu e acrescentou que o ministério da Defesa russo convocou o adido militar turco depois do incidente.
"Em 13 de dezembro de 2015, a tripulação do patrulheiro russo Smetlivy, que se encontrava a 22 km da ilha grega de Lemnos, no norte do Mar Egeu, evitou uma colisão com um barco pesqueiro russo", explicou o ministério da Defesa.
O navio russo usou armamento leve para avisar a embarcação turca quando estava a 600 metros de distância para impedir uma colisão.
"Apesar das inúmeras tentativas do Smetlivy, a tripulação do pesqueiro turoc não estabelecia contato por rádio nem respondi aos sinais visuais especiais", afirma o ministério.
"Imediatamente depois, o pesqueiro mudou drasticamente de rumo e continuou sua trajetória, passando pelo Smetlivy a uma distância de 540 metros sem estabelecer contatos".
O último incidente entre Moscou e Ancara aconteceu quando a Turquia derrubou um caça russo na fronteira síria em novembro, provocando a maior crise nas relações entre os dois países desde o final da Guerra Fria.
Depois da queda do avião, que causou a morte de um piloto e de outro militar que tentou resgatá-lo, a Rússia impôs sanções econômica à Turquia e reforçou sua capacidade armamentística em sua base aérea na Síria.
Na sexta, o presidente Vladimir Putin ordenou ao exército russo que responda com "extrema firmeza" a qualquer força que o ameace na Síria, três semanas depois da Turquia derrubar o caça de Moscou.
"Ordeno que se atue com extrema firmeza", disse Putin em uma reunião com altos funcionários do ministério da Defesa.
"Todo alvo que ameace as unidades russas ou nossas infraestruturas em terra será destruído de imediato", completou.
"É importante colaborar com todo governo que tenha interesse de verdade em eliminar os terroristas", afirmou o presidente, que citou como exemplo o acordo entre a Rússia e a coalizão liderada por Washington, para evitar incidentes no céu sírio.

Roma recebe conferência internacional para promover governo de união na Líbia

Da AFP

Itália e Estados Unidos presidem neste domingo, em Roma, uma conferência internacional de um dia para tentar fazer com que as principais facções que emergem do caos líbio apliquem rapidamente um acordo negociado com dificuldade sob patrocínio da ONU.
As potências ocidentais desejam que um Governo de união tome as rédeas do país para frear o avanço do grupo Estado Islâmico (EI), além de combater as redes de traficantes que todos os meses mandam para a Itália milhares de migrantes em condições desumanas.
A reunião conta com a presença do secretário de Estado americano John Kerry e o enviado da ONU para Líbia, Martin Kobler.
Representantes de 18 países europeus e árabes estão presentes, assim como os representantes de diversas facções rivais líbias.
Depois do compromisso obtido na sexta-feira em Túnis por delegações dos dois parlamentos rivais - de Tobruk (leste), reconhecido pela comunidade internacional, e de Trípoli - de assinar na quarta-feira o acordo apoiado pela ONU, a reunião deste domingo está destinada a mostrar a solidariedade internacional para com o país.
Na quarta, representantes dos dois parlamentos líbios rivais assinarão no dia 16 de dezembro um acordo que prevê a formação de um governo de unidade nacional.
"A assinatura do acordo político será realizada em 16 de dezembro", declarou à imprensa Salah al Majzun, do parlamento de Trípoli. Um membro do arlamento rival, de Tobruk, Mohamed Shueib, confirmou a informação.
"Faço um apelo aos meus colegas a que se unam neste diálogo entre líbios, sob a égide da ONU", acrescentou o representante do Parlamento, reconhecido como autoridade pela comunidade internacional.
Shueib fez um apelo para que o restante dos parlamentares se una a este esforço.
Do lado rival, outro vice-presidente do Parlamento de Trípoli, Awad Mohamed Abdul Sadiq, tinha anunciado no domingo passado que representantes das duas facções tinham chegada a um acordo político, em outro diálogo que não contou com a participação da ONU.
Para alcançar este acordo paralelo, as duas partes tinham concordado em manter fora das negociações a ONU, que há meses tentava resolver a crise na Líbia, mas cujas ações são denunciadas uma "intromissão estrangeira" pelas facções mais extremas dos dois governos.
Desde a queda em 2011 do regime de Muanmar Kadhafi, propiciada por uma operação militar na qual participaram países como França, Estados Unidos e Grã-Bretanha, a Líbia está afundada no caos.
A comunidade internacional tenta há tempos conseguir em vão um acordo interlíbio para formar um único governo.

Bombardeios contra reduto rebelde deixa 28 civis mortos na Síria

Da AFP

Ao menos 28 civis morreram neste domingo no bombardeio de uma posição rebelde perto de Damasco, afirmou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).
As 28 pessoas morreram nos ataques contra a cidade de Duma, em Guta oriental, e os mísseis disparos pelas forças do regime em Duma e Saqba, informou Rami Abdel Rahman, diretor do OSDH, que citou, além disso, dezenas de feridos.
Segundo ele, o número de mortos pode aumentar por muitos feridos se encontram em estado grave.
Ataques também foram registrados na localidade de Hammouriyah, em Ghuta oriental, sem deixar mortos.
Duma, reduto rebelde situado em Ghuta oriental, leste de Damasco, é regularmente visado por ataques da aviação síria ou russa.
Os rebeldes também costumam disparar dessa localidade morteiros na direção da capital síria.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

CEO do Yahoo! dá à luz gêmeos

Da afp

A diretora-executiva do Yahoo!, Marissa Mayer, anunciou nesta quinta-feira ter dado à luz meninas gêmeas, enquanto luta para revitalizar a empresa americana.
Mayer deu a notícia pelo Twitter e através da plataforma de blogs Tumblr com seu marido, Zach Bogue.
"Zack e eu estamos entusiasmados em anunciar que nossas gêmeas idênticas chegaram! Elas nasceram nesta manhã", afirmou no blog.
"Nossa família está indo muito bem! Obrigada a todos por todo o apoio e pensamentos positivos durante toda a minha gravidez."
A notícia acontece apenas um dia depois de Mayer anunciar uma mudança de estratégia para o Yahoo!, mantendo sua participação no gigante chinês de comércio online Alibaba da China.
O plano revisto visa a aliviar a hesitação sobre uma grande lei fiscal com a venda de ações da Alibaba, mas também cria novas incertezas para a empresa de tecnologia e levanta questões sobre a possibilidade de sua venda.
Mayer, que já trabalhou em uma loja de doces, faz parte da lista das 22 mulheres mais poderosas pela revista Forbes.
Ela também é uma das executivas mais bem-pagas, valendo 42 milhões de dólares até o ano passado, incluindo opções de ações.
Desde que chegou ao Yahoo!, em 2012, impulsionou a licença maternidade da empresa para 16 semanas, mas só precisou de duas depois do nascimento de seu primeiro filho em 2012, causando aplausos e críticas.
Quando anunciou a gravidez de gêmeos, a diretora-executiva indicou que ficaria afastada por um prazo limitado e que não deixaria de trabalhar enquanto isso.

Ataque do Boko Haram faz 14 mortos no nordeste da Nigéria

Quatorze pessoas foram mortas, algumas delas decapitadas, em um ataque atribuído ao grupo islamita Boko Haram contra um vilarejo que foi completamente destruído no nordeste da Nigéria, testemunharam um habitante em um guarda civil.
"Encontramos 14 corpos. Alguns foram decapitados e suas cabeças colocadas sobre o torso". "O vilarejo foi completamente destruído" durante o ataque de quinta-feira à noite, testemunhou um habitante de Kamuya, Ibrahim Babagana.

Coreias do Sul e do Norte mantêm diálogo de alto escalão

 Da afp

As duas Coreias tiveram nesta sexta-feira uma reunião extraordinária de alto escalão, na linha do acordo de compromisso assinado em agosto para reduzir a tensão na península.
"Demos um passo decisivo para abrir o caminho à reunificação. Espero que vários temas pendentes sejam solucionados um a um", declarou o chefe da delegação da Coreia do Sul, Hwang Boo-Gi, a seu colega norte-coreano Jon Jong-Su.
O diálogo entre vice-ministros ocorreu na zona industrial intercoreana de Kaesong, situada na Coreia do Norte, muito próxima da fronteira, e durou cerca de 30 minutos, com ambas as delegações lendo textos preparados de antemão.
Após consultar suas respectivas capitais, as autoridades devem retomar o diálogo nas primeiras horas da noite.
Não há uma agenda definida nem um limite de tempo para estas conversas que, no passado, já duraram várias horas ou dias.
O último encontro deste tipo, com o mandato de abordar uma série de problemas intercoreanos, remonta a 2013.
Qualquer encontro entre os dois campos é saudado como um passo na direção certa, mas os precedentes incitam a evitar otimismo excessivo.
Esforços anteriores para estabelecer um diálogo regular falharam rapidamente após a primeira reunião, um sinal da profunda desconfiança que prevalece entre os dois países que permanecem tecnicamente em guerra após a assinatura de um cessar-fogo em 1953.
Em junho de 2013, os dois vizinhos concordaram em uma reunião semelhante sobre a organização de discussões no mais alto nível, que foi a primeira desse tipo em seis anos. Mas Pyongyang mudou de ideia de última hora e cancelou o encontro por questões de protocolo.
Os dois países têm prioridades claras, mas distintas.
A Coreia do Norte, que sofre uma escassez de dinheiro, quer que seu vizinho do sul retome as visitas lucrativas organizadas no monte Kumgang até 2008, quando suspendeu após a morte de uma turista por um disparo de um guarda norte-coreano.
O retorno de turistas sul-coreanos ao monte Kumgang seria uma vitória para a propaganda do líder norte-coreano, Kim Jong-un, e traria a seu país algum dinheiro de que precisa.
"Kim precisa dar presentes para o partido e aos líderes políticos e se gabar da riqueza nacional ante seu povo", afirma Nam Sung-Wook, professor de Estudos Norte-Coreanos na Universidade da Coreia.
"Também precisa de dinheiro para completar uma série de obras recentes".
Seul quer, por sua vez, que o Norte permita que as famílias separadas pela Guerra da Coreia (1950-1953) possam se encontrar regularmente.
Estas reuniões são realizadas menos de uma vez por ano e com um número muito limitado de participantes, apesar da longa lista de espera, composta principalmente de idosos sul-coreanos desesperados em ver a sua família antes de morrer.
Para a presidente sul-coreana, Park Geun-hye, que chegou ao poder prometendo se aproximar de Pyongyang, um sucesso neste ponto seria como receber uma medalha.
Park já falou várias vezes da perspectiva de reunificação da Coreia, mas não tem dado passos políticos significativos para reduzir as tensões com o Norte e seu líder belicoso.
A questão espinhosa a ser evitada no diálogo intercoreano é o programa nuclear de Pyongyang. Embora Seul possa falar sobre desnuclearização, os especialistas acreditam que ambos os lados tendem a se concentrar em objetivos mais atingíveis.

Novo dia de violência deixa três mortos palestinos

Da afp

Os Territórios Palestinos viveram nesta sexta-feira mais um dia de violência e manifestações, durante as quais três palestinos foram mortos, dois em confrontos com soldados israelenses e outro em uma tentativa de atropelamento.
Hebron, no sul da Cisjordânia ocupada, e seus arredores concentraram boa parte da violência nas últimas semanas.
Dois palestinos foram mortos e em Hebron, enquanto o terceiro foi morto em Gaza, durante confrontos com soldados israelenses postados do outro lado da cerca de segurança que aprisiona o enclave, separado da Cisjordânia por Israel.


Desde 1º de outubro, os ataques - com faca em sua grande maioria - e confrontos mataram 116 palestinos mortos, incluindo um árabe israelense, 17 israelenses, um americano e um eritreu, de acordo com uma contagem da AFP.
Os novos episódios de violência ocorreram durante o dia tradicional de mobilização, sexta-feira. Issa Harub, de 57 anos, lançou seu carro contra um posto de controle israelense instalado em Halul, ao norte de Hebron, segundo militares, que o mataram.
Em Hebron, a maior cidade da Cisjordânia, Uday Irshaid, de 22 anos, foi morto em confrontos com soldados israelenses, de acordo com o ministério da Saúde palestino.
Sua irmã Dania, de 17 anos, foi morta pela polícia israelense em outubro, após se aproximar de soldados com uma faca perto do túmulo altamente sensível dos Patriarcas, um local sagrado para judeus e muçulmanos.
Em Gaza, Sami Maadi, de 41 anos, foi atingido por tiros israelenses durante confrontos a leste do campo de refugiados de Al-Bureij, informou à AFP o porta-voz do ministério da Saúde no território, Ashraf al-Qodra. Doze outros manifestantes ficaram feridos, acrescentou.
Os confrontos tiveram lugar em toda a Cisjordânia. Na aldeia de Silwad, perto de Ramallah, os palestinos manifestaram para exigir de Israel a devolução dos corpos de seus parentes. Israel retém os cadáveres de dezenas de palestinos acusados ​​de ataques.

Ataque contra embaixada da Espanha no Afeganistão


Da afp

Insurgentes afegãos atacaram a embaixada da Espanha em Cabul nesta sexta-feira, indicaram autoridades afegãs e espanholas, após o registro de tiroteios e de uma forte explosão no centro da cidade.
Até o momento não há informação sobre vítimas.
"A embaixada foi atacada. Estamos recebendo detalhes", indicou um porta-voz do ministério das Relações Exteriores em Madri à AFP, o que foi confirmado pela polícia de Cabul.
A embaixada se encontra na zona de Sherpur, no centro de Cabul, onde ocorreu uma forte explosão em um horário de grande movimento, seguida por disparos.
Os talibãs reivindicaram o ataque, mas afirmaram que o alvo era uma casa de hóspedes. Não se sabe até o momento se esta casa de hóspedes se localiza nas instalações da embaixada.
burs-ac/st/tm/dmc/lmm/ra/ma

Desemprego aumenta na America Latina

Da AFP


Pelo menos 1,7 milhão de pessoas ficaram desempregadas em 2015 na América Latina e no Caribe, região que registrou um índice de desocupação de 6,7%, o maior em cinco anos e com o Brasil como principal responsável, informou a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Em um contexto de desaceleração econômica global, "espera-se que em 2015 o dado final de desocupação seja de 6,7%. Devido a uma estimada queda do PIB, as taxas de emprego podem continuar fracas em 2016", explicou a OIT. "Isso permite projetar que, em 2016, (o desemprego) voltará a crescer, até os 6,9%".
O aumento do desemprego na região se explica por uma mudança de tendência nos indicadores de emprego, com uma piora na situação trabalhista de mulheres e jovens e indícios de que pode a informalidade pode estar crescendo, através da geração de subempregos. Mais da metade dos novos desempregados são mulheres.
Segundo José Manuel Salazar, diretor regional da OIT, "os efeitos acumulados da desaceleração econômica iniciada há três ou quatro anos e que se aprofundou em 2015 podem ser descritos como uma crise em câmara lenta".
De acordo com o FMI, a América Latina, principal produtora de matérias-primas, hoje com preços baixos, terá uma contração de 0,3% em 2015 e só se expandirá em 2016. Isso impacta diretamente na produção e, consequentemente, na geração de empregos.
Como resposta à situação de crise a região reagiu gerando mais empregos autônomos, que cresceram 0,17%, enquanto os empregos assalariados recuaram 0,35%.
Nesse contexto, 18 milhões de pessoas se dedicam ao trabalho doméstico na América Latina, o que representa 7% em toda a região. A taxa de informalidade foi de 77,5% em 2013.
Alô, Brasil?
O relatório detalha que o desemprego aumentou em seis dos 17 países que dispõem dessa informação. O aumento total se explica porque um desses países é o Brasil, que teve um aumento de 1,5% no número de desempregados.
Além da desaceleração econômica mundial, "a situação (de crise) política agrega dificuldades ao Brasil", que representa no mercado de trabalha 40% do total da região", lembrou Salazar.
Cerca de 40 milhões de pessoas deixaram a pobreza no Brasil desde 2003, em grande parte em razão das políticas de distribuição de renda aplicadas nos dois governos Lula e no governo Dilma. Paralelamente, o alto preço das matérias-primas, fortalecido pela demanda chinesa, puxava o crescimento brasileiro.
A boa fase, contudo, parece ter chegado ao fim. Além da queda dos preços das matérias-primas, o país está imerso em uma crise política em meio a denúncias de corrupção, o que tem deixado a presidente Dilma com a corda no pescoço. A economia brasileira, em recessão, deve sofrer uma contração de 3% em 2015.
O desemprego subiu durante oito meses seguidos e se estabilizou na maior taxa desde 2009, a 7,6%.

Principais grupos de rebelde se retira da cupula de Riad

Em um comunicado, o grupo islamita Ahrar Al-Sham - considerado o grupo mais poderoso depois do Al-Nosra (facção síria da Al-Qaeda) e a organização jihadista Estado Islâmico (EI) - justifica sua retirada pelo "papel fundamental dado a personalidades vinculadas ao regime" na conferência.Ahrar Al-Sham, um dos principais grupos rebeldes sírios, anunciou nesta quinta-feira que se retirava da conferência da oposição síria em Riad, que tenta unificar as forças políicas e militares contra o regime de Bashar Al Assada para tentar negociar com Damasco.

O Presidente da Siria esta disposto negociar mas não com todos

Bashar al-Assad presidente da Siria, mostrou disposição em negociar, mas alertou que não o fará com organizações terroristas, conforme declarou em entrevista exclusiva à Agência Efe em Damasco.

Espanha denunciar um crime pode agora on-line

Apresentar uma queixa na Espanha agora se tornou muito mais fácil. Guarda Civil lançou um serviço virtual eDenuncia, permitindo a escrever um depoimento à polícia online. Ele é direcionado principalmente para informar sobre o roubo, danos à propriedade e outros incidentes menores.
Três dias depois de uma denúncia apresentada pela demandante eDenuncia será atribuído ao departamento da Guarda Civil, onde ele vai pessoalmente confirmar a declaração. O representante de serviço ao cliente, disse: "O novo sistema é projetado para economizar tempo tanto para os cidadãos e para os agentes As queixas de quem vai aproveitá-lo e confirmar o seu pedido será considerado em uma base de prioridade.".
Apresentação de certos crimes on-line não será possível. Estes incluem, por exemplo, atos de violência física ou crime, o autor é desconhecido.
Fonte: noticia.ru

Com Dividas de R$ 45 bi Proprietario rurais poderão ter terras confiscadas para reforma agrária

Portal Brasil
Os grandes devedores da União --empresas e pessoas físicas com dívidas superiores a R$ 50 milhões-- poderão ter suas propriedades rurais tomadas para abatimento dos débitos, com esses imóveis sendo rapidamente destinados para a reforma agrária. 

É o que prevê um acordo assinado nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).
Um cruzamento de dados das duas instituições já identificou 26 grandes devedores, com dívida ativa total de R$ 45 bilhões, que também são grandes proprietários de terras. Juntos, eles possuem 335 mil hectares --área superior à de Fortaleza-- em terras registradas pelo Incra como passíveis de desapropriação.
Num levantamento mais amplo, PGFN e Incra têm uma lista de 729 pessoas ou empresas (entre os 4.013 contribuintes com dívidas acima de R$ 50 milhões) que possuem 4.057 propriedades no Sistema Nacional de Cadastro Rural.
A estimativa é que a área total desses imóveis chegue a 6,5 milhões de hectares, espaço suficiente para assentar 200 mil famílias. Atualmente, o Incra calcula que 129 mil famílias se encontram em acampamentos provisórios, aguardando desapropriação de terras. 
A ideia do acordo entre Incra e PGFN é acelerar o processo de execução fiscal desses devedores, além de gerar uma economia do Incra com desapropriações de áreas rurais. "A medida tem o poder de não apenas aumentar a arrecadação de tributos federais, mas também é uma possibilidade de resolver uma situação social importante no Brasil", disse Paulo Riscado Júnior, procurador-geral da Fazenda Nacional.
O acordo prevê que um grupo de trabalho, formado com técnicos do Incra, façam a seleção dos imóveis que sejam aptos para o assentamento de famílias. Ao final do processo de execução fiscal, esses imóveis deverão ser destinados às famílias que hoje estão em acampamentos rurais.
Além de ajudar no assentamento de famílias, a medida também gera uma economia para os cofres da União, uma vez que os valores que seriam destinado para a desapropriação de terras deixam de ser gastos.
"São oportunidades que nós não podemos perder, como essa em que soluções são favoráveis a todas as partes interessadas. Aqui você consegue, com esse procedimento, equacionar a dívida. Então é bom para o devedor e é bom para a união, principalmente nesse período que nós estamos, de ajuste fiscal", afirmou a presidente do Incra, Maria Lúcia Falcón.
  Fonte: Portal Brasil


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